Bichos como nós

México: Centenas de crocodilos sufocados em viagem de camião

Publicado em Noticias

Mais de 120 crocodilos morreram por aparente asfixia e esmagamento enquanto eram transportados no México, num camião, informaram as autoridades na quarta-feira.

 

A empresa Cocodrilos Exoticos, baseada no estado de Quintana Roo, pode enfrentar uma multa entre 50 a 50 mil dias de salário mínimo -- entre 171 e 171 mil euros -- segundo o gabinete do procurador ambiental.

Os 124 répteis faziam parte de um grupo de 350 crocodilos Morelet de outra quinta, a Cocodrilos Mexicanos, localizada no estado de Sinaloa.

 

Os inspetores descobriram que 124 dos 350 espécimes estavam mortos quando chegaram às instalações de conservação da vida selvagem "Cocodrilia", na cidade costeira de Chetumal. As duas cidades são separadas por 2.250 quilómetros.

 

Um comunicado indica que os crocodilos "presumivelmente morreram de asfixia e por terem sido esmagados durante a viagem".

 

Imagens divulgadas pela Procuradoria mexicana mostram um camião de grande dimensão e alguns crocodilos mortos no chão, incluindo um com o pescoço torcido.

 

A empresa é acusada de não garantir "um tratamento digno" aos animais, de acordo com as leis de proteção de espécies selvagens.

 

O parque Cocodrilia adquiriu cerca de 5.000 crocodilos da empresa Sinaloa.

Lusa

fonte: SICNoticias

Um animal que se parece com uma borboleta e se comporta como uma borboleta, mas não é uma borboleta: um grupo de insectos extintos conhecido como crisopídeos kalligrammatidpartilha uma misteriosa semelhança com as borboletas modernas. 

 

 

Num exemplo incrível de evolução convergente, tanto as borboletas (ordem Lepidoptera) como as kalligrammatids (ordem Neuroptera) evoluíram com o mesmo tipo de características físicas em eras muito diferentes, mesmo ao alimentarem-se de plantas díspares, explica Conrad Labandeira, paleobiólogo do Museu Nacional de História Natural Smithsonian.

 

 

Contudo, estes insetos antigos – de diferentes ordens – evoluíram para algo diferente das borboletas modernas, tornando-se crisopídeos – insectos completamente diferentes.

 

 

Vichai Malikul / Smithsonian Institution

A Oregramma illecebrosa a procurar pólen nas bennettitales, uma ordem de plantas extintas do período Triásico

 

A Oregramma illecebrosa a procurar pólen nas bennettitales, uma ordem de plantas extintas do período Triásico

 

 

“Os crisopídeos kalligrammatid são um grupo de insectos Eurasiáticos extinto que é conhecido pela Ciência há um século, mas os primeiros fósseis encontrados eram fragmentados e não se conseguiu aprender muito deles”, explica Labandeira.

 

 

Agora, no entanto, os fósseis de kalligrammatid encontrados entre 2004 e 2012 nos depósitos dos períodos Jurássico e Cretáceo do Nordeste da China revelaram mais características do insecto.

 

 

Durante o estudo, cujos resultados foram publicados na semana passada na Proceedings of the Royal Society B, os cientistas conseguiram examinar ao pormenor as superfícies do fóssil usando microscopia óptica, microscopia eletrónica de varrimento, microscopia eletrónica de dispersão e espectrometria de massa de iões, tentando caracterizar as moléculas deixadas para trás pelas diferentes partes do corpo do insecto.

 

 

“A fraca preservação dos fósseis de crisopídeos sempre frustraram as tentativas de conduzir um exame morfológico e ecológico detalhado da kalligrammatid“, explica o paleobotânico David Dilcher, co-autor deste estudo que também fez parte da equipa que no ano passado anunciou a descoberta da “primeira flor“.

 

 

“Ao examinar estes novos fósseis, contudo, desvendamos um número surpreendentemente grande de semelhanças físicas e ecológicas entre as espécies dos fósseis e as borboletas modernas, que partilharam um ancestral comum há 320 milhões de anos”.

 

 

Apesar de terem desaparecido 50 milhões de anos antes das borboletas surgirem na Terra, estes insectos possuem o mesmo formato de asas e as mesmas matizes de pigmentos, manchas nas asas, escala do corpo, longos probóscides e estilos de alimentação semelhantes aos das borboletas.

 

 

David Dilcher afirma que estas “primeiras borboletas” sobreviveram em condições semelhantes às suas irmãs modernas, buscando néctar e pólen em plantas antigas com órgãos reprodutivos “semelhantes aos das flores”.

fonte: ZAP

Horror: viagem marítima mata gado na Tasmânia.

Publicado em Noticias

 

 

Horror viagem marítima mata gado na Tasmânia.

 

 

Mais de um quarto dos animais a bordo de um barco vindo da Tasmânia morreram ou tiveram de ser mortos à chegada a Victoria. Fala por eles hoje!

 

Conforme este pequeno barco era violentamente sacudido em mares selvagens, o gado preso em celas no convés aberto do The Statesman deve ter ficado apavorado.

 

Tragicamente, a viagem terminou em uma das piores catástrofes marítimas ao vivo na história da Austrália, com 59 animais mortos.

 

As Travessias do Estreito de Bass enfrentam rotineiramente condições meteorológicas extremas e mares revoltos. Mas adicionar a estes factos, que os animais estavam confinados numa área exposta do convéns superior, desprotegidos dos elementos, foi uma receita para o desastre.

 

Que um quarto dos animais nesta expedição morreram dos ferimentos ou tiveram que ser sacrificados fala do trauma enfrentado por estes, e pelos animais sobreviventes.

 

Milhares de cabeças de gado, ovelhas, lacticínios e carnes são enviados em navios através desta passagem notoriamente perigosa. Eles são submetidos a riscos extremos durante as passagem- apenas para serem abatidos quando chegarem ao continente.

tradução: Luísa Silva

fonte: animalsaustralia

Campanha de apadrinhamentos CERVAS – DIA DOS NAMORADOS

Publicado em Noticias
Em que consiste a campanha de apadrinhamentos:
 
A campanha de apadrinhamentos de animais selvagens em recuperação no CERVAS, está activa todo o ano e é um meio alternativo para ajudar e apoiar o trabalho realizado no centro, e todos os animais que se encontram nele. O apadrinhamento consiste num pequeno contributo financeiro único (15€ ou 25€, consoante a espécie), que reverte inteiramente para a recuperação e manutenção dos animais no CERVAS.
Desta forma estará a apoiar a conservação da fauna selvagem em Portugal!
 

 O que recebem os padrinhos?

Um presente muito original e especial! Ao oferecer um apadrinhamento a quem mais gosta poderá proporcionar um momento inesquecível pois se tal for possível, no final do processo de recuperação do animal apadrinhado, terá a possibilidade de devolvê-lo à natureza* . Receberá um certificado de apadrinhamento, juntamente com a fotografia e o boletim informativo da espécie apadrinhada, e um postal Origami onde poderá escrever a sua mensagem especial! Sempre que quiser poderá solicitar dados e fotos do animal apadrinhado e o seu contacto será inserido na lista de divulgação do CERVAS para que possa obter informações sobre as próximas actividades em que poderá participar, tornando-se, desta forma, um membro activo na dinamização da recuperação de animais selvagens em Portugal. A visita ao centro de recuperação também será possível quando solicitada atempadamente e adequadamente combinada com os respectivos técnicos e colaboradores.

 

Neste momento os animais que podem ser apadrinhados, são os seguintes:
Com uma contribuição única de 15€ cada:
Mocho-galego (Athene noctua)
Mocho-d´orelhas (Otus scops)
Coruja-das-torres (Tyto alba)
Coruja-do-mato (Strix aluco)
Águia-d’asa-redonda (Buteo buteo)
Tartaranhão-ruivo-dos-pauis (Circus aeruginosus)
Milhafre-preto (Milvus migrans)
Peneireiro-comum (Falco tinnunculus)
Gralha-preta (Corvus corone)
Pintassilgo (Carduelis carduelis)
 
Com uma contribuição única de 25€ cada:
Milhafre-real (Milvus milvus)
Águia-cobreira (Circaetus gallicus)
COLABORE COM O CERVAS PARTICIPANDO NESTA CAMPANHA OU CONTRIBUINDO PARA A SUA DIVULGAÇÃO!
fonte: noticiasdeviseu

Holanda: Cinco Cachalotes "encalham" na praia

Publicado em Noticias

Cinco cachalotes encalharam em uma praia do norte da Holanda nesta terça-feira, segundo as autoridades locais - que pediram que as pessoas mantivessem distância para evitar incomodar ainda mais os cetáceos.

 

"Cinco cachalotes encalharam em Texel esta tarde", informou um comunicado da municipalidade desta ilha localizada no noroeste da Holanda.

"Nenhuma pessoa não autorizada pode se aproximar dos animais, para evitar perturbá-los ou causar stress", agregou o texto publicado no site da prefeitura.

 

Os cachalotes são as maiores baleias dentadas que existem e seu cérebro atual é o maior reino animal. Eles podem crescer até vinte metros e pesar mais de 50 toneladas.

 

Os animais foram detectados por volta das 16h45 locais (13h45 de Brasília) ao sul da ilha de Texel, informou a televisão pública holandesa NOS, que disse que voluntários e especialistas tentam ajuda os animais, em meio à curiosidade.

 

Um especialista em baleias citado pela NOS disse que as possibilidades de sobreviver dos mamíferos são muito limitadas.

 

"Os animais já sofreram danos importantes (...) e dois deles já estão desequilibrados", explicou Adrie Vonk.

Fonte: EM / AFP

Muita coragem e pensamento rápido fizeram toda a diferença para dois cães que estavam "presos" na correnteza de uma enchente no último sábado.

 

A organização de resgate Argentina FARA salvou os dois cães de uma enchente na província de Tucumán. O local sofre frequentemente com chuvas torrenciais e enchentes em diversos pontos. Nos últimos dias, houveram diversos evacuamentos, devido a subida do rios Chico e Medina.
Os cães, que aparentam ser de rua, acabaram sendo arrastados para correnteza da enchente, correndo grave risco de morte.
 
Por sorte, os agentes da FARA conseguiram posicionar uma escada em uma ribanceira, descendo até próximo da água para retirar os animais dali em segurança - o que não foi tarefa fácil devido a forte correnteza e o risco de desmoronamento.
O resgate comoveu diversas pessoas na internet que agradeceram os responsáveis pelo seu ato de bravura.
 
A FARA tem um grande histórico de resgate em situações de risco. Na semana passada, eles resgataram sete filhotes que estavam presos em um bueiro.
Tradutora/Intérprete:Taciana Rettore
Fonte: The Dodo

 

David Bowie o legado também nos animais

Publicado em Noticias

 

Ontem o mundo acordou para uma triste notícia: a morte de David Bowie. Ter um olho de cada, condição também conhecida como heterocromia, embora fosse uma característica inata de Bowie, acabou por ser uma imagem de marca.  


A sua influência que teve inclusivamente implicações na aceitação de animais com essa característica, que de outra forma teriam provavelmente acabado por serem rejeitados. Hoje celebramos o seu legado também no reino animal, com fotos de animais que herdaram de Bowie, não só a proteção conferida pela popularidade e desmistificação da heterocromia, mas também os seus nomes.

 

Esta é a Bowie, nome que veio por causa de David Bowie, revela a tutora de Bowie


Este é o Ziggy Stardust, a propósito da música de David Bowie, acrescenta outro dono:


E as imagens, e histórias multiplicam-se em centenas e talvez milhares:



fonte: guiadocao
 

A fotógrafa de animais Alex Cearns registrou uma série de cães em poses tão fofas que fica praticamente impossível olhar para elas sem dar um sorriso.

 

A série “Happy Pooch Face”, traz cães de diferentes raças, sempre de bem com a vida.  “Para mim, cães são amor e luz. Eles estão sempre alegres e nos dão tanto em troca”, disse a fotógrafa sobre o ensaio.

Veja algumas das fotos e apaixone-se:

happy_dog

happy_dog1

happy_dog2

happy_dog3

happy_dog4

happy_dog5

happy_dog6

happy_dog7

happy_dog8

happy_dog9

fonte: catracalivre.com.br 

Portugal tem mais uma raça - o cão de Barrocal Algarvio

Publicado em Noticias

Nova raça de cães portuguesa está prestes a ser reconhecida. Trata-se do cão do Barrocal Algarvio. As principais características morfológicas são a cauda comprida em forma de caracol e bandeira; pelo liso e médio, muito macio; e pelo comprido nas partes posteriores das pernas e base das orelhas diz Sara Alves do Semanário Algarvio - Barlavento.


É um cão de corpulência média, sendo que os machos chegam a pesar até 25 quilogramas e a medir 55 centímetros, e as fêmeas 20 quilogramas e a medir 50 centímetros - complementa Sara Alves. Esta raça caracteriza-se também por um apurado instinto de caçador confere-lhe características de rapidez, agilidade, objetividade, resistência, grande energia e adaptabilidade a terrenos inóspitos. 

De acordo com o Jornal Público, o estalão do cão do Barrocal Algarvio já foi aprovado pelo Clube Português de Canicultura (CPC). Faltando ainda o reconhecimento por parte da Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) para que exista oficialmente uma nova raça portuguesa, que se junta às dez já reconhecidas, tais como Podengo português ou Serra da Estrela. A DGAV é a autoridade responsável pelo reconhecimento e preservação de todas as raças autóctones. Rogério Teixeira, presidente da Associação de Criadores do Cão do Barrocal Algarvio, reparou há já uns anos que esta podia tratar-se de uma raça diferente e decidiu “pôr mãos à obra”. O reconhecimento oficial vai ajudar a preservar a raça uma vez que esta esta perto de extinção. 

Fonte 1:
http://barlavento.pt/regional/nova-raca-canina-algarvia-sera-reconhecida-em-2016 (artigo e foto) 
Foto 2: 
http://www.publico.pt/local/noticia/nova-raca-de-caes-portuguesa-prestes-a-ser-reconhecida-1719590

fonte: http://www.guiadocao.com/1279/portugal-tem-mais-uma-raca-o-cao-de-barrocal-algarvio.html

Siga-nos na Rede

 fb icon 325x325   Facebook           tweter   Twitter

Espaço Lusófono © 2013 . Todos os direitos reservados

Login ou Registe-se

LOGIN

Registe-se

User Registration