Bichos como nós

Veterinário dá dicas para facilitar viagens com animais

Atualização das vacinas é o primeiro passo para viagem segura

 

A maioria das pessoas que tem animais de estimação, já não aguenta se separar principalmente de cães e gatos e com isso fica inevitável viajar sem os pets. Mas, veterinários alertam para os cuidados principalmente neste período do Verão e o primeiro passo é verificar se o cartão de vacinação está em dia e definir o meio de transporte, sem esquecer de atualizar a Guia de Transporte de Animais (GTA).

 

“Em princípio é de vital importância a saúde do animal, mantendo as vacinações em dia contra as doenças infecto-contagiosas e parasitárias, por exemplo, é obrigatório vacinar contra a Raiva, que é a doença mais grave que existe entre os animais; contra a Sinomose, Hepatite, Leptospirose, Pavosvirose e Gripe Influenza, que ataca cães e gatos”, alerta o veterinário aposentado [reformado do Exército e ex-professor da Universidade Federal de Sergipe], José Carlos Nabuco de Oliveira.

 

De acordo com ele, no caso de viagem, por via rodoviária, aérea ou por navio, tem que ser bem calculado esse passeio.


“Isso porque quando se vacina um cão ou um gato, não é imediatamente que ele está imunizado. Tem um tempo para produzir anticorpos. Se for pequeno, não á necessidade de levar a caixinha de plástico, mas no avião é obrigatório, o animal vai no depósito de bagagem e no caso de baldeação, tem que combinar com  a companhia aérea, para dar a oportunidade de dar a água. E Para essa viagem, é obrigatória a Guia de Transportação fornecida por um clínico veterinário, após a apresentação do atestado de vacinação. São três guias, uma fica na clínica, a outra é entregue à empresa responsável pela viagem e a terceira para o Ministério da Agricultura”, explica José Nabuco.

 

Ele lembrou ainda que se os donos decidirem deixar o animal em casa, é importante calcular bem o tempo e deixar comida [ração balanceada] e água.

 

Dicas

A legislação de trânsito proíbe o transporte de pessoas ou animais em reboques ou porta-malas, no colo do motorista ou à esquerda. O ideal é transportar o bichinho de estimação no banco traseiro, protegido com o cinto de segurança.

 

Se a viagem for de autocarro, é preciso saber antes se a empresa permite e quais os regulamentos. Geralmente é cobrada bilhete extra para que o animal viaje ao lado do dono, em uma poltrona.

 

Se for de avião, as companhias aéreas permitem o transporte de animais, mas há umas que rejeitam raças por questão de segurança e possuem regras, a exemplo do transporte em compartimento de carga apropriada.

 

De navio, o transporte de animais é mais difícil. As companhias que aceitam a presença de animais nos cruzeiros, geralmente possuem canis para alojar os bichinhos.

 

Veterinários orientam também que sejam levados brinquedinhos de borracha para que os animais possam ficar mordendo durante a viagem, evitando o stress.

Aldaci de Souza

fonte: infonet

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